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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

DEDICAÇÃO AO SEU TRABALHO!

Fico aqui imaginando o que nos falta, como trabalhadores, para sermos tão dedicados ao nosso ofício na empresa como somos em outras atividades... Qual seria a dificuldade da organização conseguir tal empenho do seu colaborador? Pois bem, sabemos através das diversas literaturas que motivar pessoas é um grande desafio, pois, o que pra um dinheiro é o principal fator motivador, para outro um elogio já seria o start da motivação. Falo isso, e você provavelmente já tenha visto casos semelhantes ou até mesmo passado por essa etapa.

O planejamento dos RH’s, e, isso depende do tamanho da empresa, nem sempre está atento ou tem pessoas específicas para atuarem na localização dos problemas que envolvem o desenvolvimento das pessoas. Não existem pesquisas de clima e nem mesmo param para ouvir os funcionários. ATENÇÃO, este ponto é importantíssimo. Saber o que se pensa da empresa, saber se as ações tomadas estão agradando ou dando resultado é uma forma de medir se o clima está bom. Por diversas vezes presenciei ações que, vieram de setores de RH’s que nunca pisaram no chão de fábrica para ouvir quem está com a mão na massa. É um grande pecado, pois ali está e deve ser usado o termômetro sentimental da empresa.

Logico que nem todas as pessoas tem a ambição de galgar crescimento, muitas têm perfil de subordinados, é uma realidade. Ficarão na empresa até o final dos dias e se permitirem, na mesma função. Porém existem outras que querem mais e mais e aí, entra em cena a observação dos gestores diretos que devem identificar os potenciais candidatos a serem desenvolvidos e trabalhar para que agreguem à empresa e no futuro, sejam desenvolvedores de seus pares. O fator motivacional dessas pessoas tem que ser identificado. Pode ser que a oferta de uma promoção seja o suficiente para que ela traga mais valores para a empresa, ou mesmo que seja outro fator, que a empresa dê essa oportunidade de desenvolvimento.

Claro que a empresa deveria ter um plano de desenvolvimento a todos os funcionários, pois, todos tem o mesmo direito. Agora existem os que buscam trilhar caminhos que cheguem a um objetivo pessoal e profissional. Estudar e se qualificar sempre estará à frente de tudo isso. Mas, a ética, os bons costumes, a boa convivência e honestidade farão do profissional uma opção quando as oportunidades aparecerem.

Quando falo das qualidades do profissional não devemos esquecer que, a sua dedicação te levará às suas conquistas. Não adianta ter bons estudos, boa índole se não for dedicado ao que faz. E essa dedicação deve ser a mesma que você usa em casa com sua família, no futebol com os amigos, na igreja, na comunidade. Levar sempre boas práticas ao ambiente organizacional pode contribuir para o seu futuro na empresa. Isso deve ser visto pelo gestor em algum momento haverá destaque dentre os que atuam com você e será seu balizador quando esta oportunidade aparecer.


Seja bom no que faz e honesto nas ações, tudo no seu tempo. Faça valer o seu compromisso e dedicação ao extremo. O mundo corporativo está em um momento ruim, mas tudo passa. Esteja preparado para quando for o momento da escolha. Acredite em você e boa sorte!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

E AS OPORTUNIDADES???


O discurso é grandioso, a missão da empresa parece ter sido escrita como uma obra de arte, as pessoas falam das empresas como se as empresas fossem delas. E o mundo real, será que a ficha uma hora vai cair? Com certeza prezado leitor, com certeza. A realidade nem sempre anda de mãos dadas com os sonhos, com os anseios do coletivo e nem sempre se pode esperar algo que dificilmente virá.

Quando se entra em uma empresa, é normal aquela agitação inicial, ainda mais se for uma que sempre teve a vontade de trabalhar, é normal mesmo. Aos poucos a realidade vai se revelando e as verdadeiras intenções aparecem. Não que tudo seja negativo, muita coisa boa aparece com o tempo, porém, muita coisa negativa vem junto, antes camuflada agora revelada. É um verdadeiro jogo onde os interesses mudam de lado a todo o instante e o colaborador tem papel definido e este poucas vezes será modificado. Nesse contexto, uma das coisas que me chama a atenção é a oportunidade ao funcionário. Realmente as empresas tem este compromisso em avaliar as oportunidades?

Como disse antes, é tudo uma questão de necessidade e interesse, você, dependendo da empresa, jamais vai receber uma proposta de emprego em outra unidade se atualmente entendem que no local atual é mais interessante para a empresa, não há o pensamento em priorizar quem já está inserido no contexto da empresa ao invés de chamar alguém de fora. Deixar de saber do funcionário se ele tem interesse em uma vaga específica realmente e brincar com os anseios da pessoa. Isso é um fator de desmotivação enorme e a empresa corre o risco de em, um espaço muito curto de tempo, ficar sem este colaborador.

A avaliação a ser feita pela empresa deveria ser no potencial de cada individuo, se atende aos requisitos e tem uma possibilidade de gerar resultados positivos, acredito que vale a pena investir no crescimento e valorizar de acordo com as oportunidades existentes. Isso deve ser bem definido e ficar claro no momento da contratação, pois se cria uma expectativa que, com o passar dos meses, vai se dissipando e acarreta em frustração gente à empresa. concordo que nem todo mundo tem perfil que se enquadre em diferentes oportunidades, mas na avaliação individual, a empresa tem conhecimento suficiente de manter uma lista de prioridades no seu quadro efetivo.

A valorização do funcionário cria uma espécie de cascata de boas intenções na empresa, quando se percebe que as oportunidades são oferecidas, o interesse em obter resultados positivos para ser “visto” pela empresa aumenta e o resultado final obtido é visivelmente satisfatório, com isso, quem realmente tem interesse em buscar um lugar ao sol, vai se sobressair e despontar nas equipes, não tenho dúvidas. Mas as oportunidades tem que aparecer, não adianta ficar apenas no discurso bonito ou na missão bem elaborada que impressiona o cliente.

Cada funcionário tem seu valor e cada espaço na empresa tem alguém que vai se encaixar de acordo com o perfil, falta a oportunidade no momento certo, e cabe ao gestor ter a visão de identificar a peça ideal que se encaixe à necessidade da empresa. E caso não seja possível a oportunidade naquele momento, tem que haver o “feedback” o colaborador tem que ser informado sobre as escolhas que a empresa faz para que haja transparência no processo e credibilidade. Que venham as oportunidades.