quinta-feira, 29 de setembro de 2016
COMO SERÁ O CENÁRIO DO EMPREGO PÓS-CRISE???
quinta-feira, 12 de julho de 2012
POSTURA NAS REDES SOCIAIS
quarta-feira, 4 de julho de 2012
PARECE ATÉ DESFILE DE MODA
terça-feira, 22 de maio de 2012
QUANDO O FUNCIONÁRIO NÃO ATENDE MAIS...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O funcionário derrubou o patrão
Não é de hoje que se observa nas empresas o nível de respeito entre seus funcionários. Isso evoluiu muito nas ultimas décadas com a implantação e adoção de novos conceitos o que melhorou o ambiente de forma geral. Em pensar que antigamente o patrão era o todo poderoso, e que, a palavra final, certa ou errada era a do patrão.
Pois bem, lamentavelmente testemunhamos essa semana um fato nada comum, o funcionário derrubando o patrão. Isso mesmo. Aconteceu no futebol o garoto revelação do time derrubou o experiente treinador. Parece estranho, mas uma situação desse tipo nos faz refletir sobre a ética nas organizações, não pelo fato de quem é o responsável, mas da forma que a empresa se posiciona perante os acontecimentos internos.
Todo mundo sabe que o brasileiro é apaixonado por futebol e ama de coração seu clube. De norte a sul desse país a história é sempre a mesma. E bem por isso mesmo, estamos sempre ligados nas notícias. Aí, em pleno jogo o garoto tem um desentendimento com o treinador após ser impedido de cobrar um pênalti. Enfezado bate-boca e inclusive xinga o seu líder. Um verdadeiro vexame que foi comentado por vários jornais e programas de TV. Como de praxe, o clube afastou e multou o jogador, e segundo o treinador, ainda no cargo, ele iria definir sobre o retorno do jovem astro. Mas as coisas não fluíram por este caminho.
O treinador foi demitido e o jovem reintegrado à equipe. O que aconteceu. Dificilmente saberemos a verdade absoluta. Mas o que envergonha qualquer gestor é o fato que a gerencia da empresa não ter pulso firme na condução dos fatos e deixar “forças externas” decidirem pelo futuro da empresa. Será que a ordem veio do patrocinador? Não se sabe, mas o fato é que houve uma quebra de confiança e o foco da situação ficou invertido.
Não se pode conduzir situações de crise nas empresas sob influencias de terceiros. Se isso aconteceu no clube de futebol, e não é difícil, fica evidente a força que os patrocinadores têm no futebol e isso é muito triste. Temos exemplos maravilhosos de gestores que dominam a técnica e são considerados grandes lideres e não precisam de escândalos nem bate-boca para resolver os problemas da empresa, apenas usam o bom senso e as habilidades necessárias em cada caso.
O treinador ficou como bode expiatório e o jovem talento praticamente saiu por cima. Claro que houve punição, isso é evidente, mas as empresas e neste caso o clube, não pode tratar seu funcionário / jogador com muita regalia, as regras são aplicáveis para todos, se não for assim existe o risco de se evidenciar algum setor ou algumas pessoas. A verdadeira Administração preza pela ética na tomada de decisão, busca a verdade dos fatos e organiza de forma justa a situação na empresa. Os clubes poderiam buscar uma forma mais prudente de gerir seu patrimônio e zelar pela grandeza da entidade, e não burlar e dar um “jeitinho” para agradar apenas aos gregos, excluindo os troianos.
terça-feira, 20 de julho de 2010
O caso do goleiro na visão do gestor de empresa
Não é necessário falar mais a respeito do caso, o país está em choque depois das revelações sobre a morte de uma modelo que tem o envolvimento de um goleiro ídolo do Flamengo. Farei uma analogia deste caso: o clube poderia ter evitado o envolvimento do atleta neste caso? A resposta é sim. O gestor deve estar atento ao que acontece dentro em fora da empresa, são as ameaças internas e externas. Não apenas o gestor, mas todos os envolvidos no processo gerencial da empresa.
O fato de um atleta ter denegrido, de certa forma, a imagem do clube mais famoso do Brasil e do mundo, não pode ser deixada sem uma avaliação. Os responsáveis deveriam ter orientado seu ‘funcionário’, dando assistência jurídica durante o episódio, não faz sentido se eximir da culpa. Hoje as empresas têm o lado social de sua atividade, o ‘todo’ agora é o foco, a visão empreendedora precisa atuar em todas as frentes. No que diz respeito às responsabilidades que pelas ações dos seus funcionários. Estes podem realizar suas peraltices e de forma indireta atingir a imagem da empresa como fez o atleta.
O uniforme é a pela que se carrega, é uma extensão física da imagem da empresa. O crachá, a caneta, tudo isso se mal utilizado causará algum desconforto em algum momento, e o clube não se preocupou com isso e a ‘bola de neve’ foi crescendo e terminou no fato já conhecido.
Existe também o fator da cultura humana, uma pessoa que da noite para o dia passa a receber salário de mega star e não tem estrutura familiar ativa pra isso, dificilmente terá tranqüilidade de administrar os fatos, isso com certeza contribuiu para os acontecimentos no caso do goleiro, veio de família humilde que se desestruturou cedo o que causa grande estrago na formação do caráter de qualquer pessoal. Não é uma desculpa para a situação, e sim uma evidência, um fator que agregou para acontecer a tragédia.
As razões que levaram as pessoas a fazerem isso, com certeza serão investigadas pela policia, e na empresa não pode ser diferente. Cabe ao gestor ficar atento a cada detalhe que saia da rotina da empresa. O comportamento de cada colaborador deve ser monitorado, claro que de maneira profissional para não causar constrangimento, não é esta a idéia aqui. Desenvolver programas de treinamentos que sejam objetivos e que estejam no planejamento macro da empresa, o foco nos resultados é importante.
Vejo que se um fato é identificado, cabe a empresa oferecer ajuda ao seu funcionário, cabe a empresa atentar ao seu patrimônio intelectual, promover o bem estar de todos os envolvidos, seja a família, amigos e filhos. E que barbáries como esta não voltem a acontecer novamente, nem nas famílias nem nas empresas.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Cada um no seu lugar
Já falei sobre este assunto, mas alguns acontecimentos recentes me chamaram a atenção. Qual é o papel do recém formado ao ingressar em uma empresa, seu primeiro emprego? Vamos começar pela questão cultural. Uma pessoa que vive na cidade grande tem comportamento diferente de quem está no interior, isso é um fato. A formação familiar vai influenciar a tomada de decisão nos momentos críticos. Quem está na cidade tem uma visão diferenciada, digamos mais ampla de certos assuntos.
Pois bem, o foco aqui é sobre comportamento e comportamento que influencia nos resultados da empresa. Pessoas que acabaram de se formar e estão desfrutando do seu primeiro emprego estão se posicionando de maneira errada nas empresas. Ao invés de aprender estão querendo ensinar. Existe hierarquia e não se pode esquecer isso. Quem está iniciando a carreira deveria preocupar-se com o quesito “aprender”, tirar o maior proveito do superior imediato para, lá na frente, ocupar uma posição de destaque na empresa e com conhecimento suficiente, do tipo “quem me ensinou, sabia”.
Os recém formados pecam quando saem acelerados demais de sua graduação. Esperam que o mercado lhes ofereça bons salários imediatamente. Mas não é assim que funciona, pois milhares de jovens são oferecidos todo ano ao mercado. Então a coisa passa a ser cultural, cada um tem que se achar seu espaço sem mexer na estrutura da organização. Quanto menos barulho fizer no início, melhor para o candidato à vaga. Observo que vários iniciantes querem chegar à empresa e se tornar gerente em um mês. Acreditam que são os donos da verdade só por que acabaram de sair da universidade e seu conhecimento vale mais que o funcionário que está na empresa há 20 anos.
Seria demagogia achar que o conhecimento adquirido não tem valor, mas se a empresa for do modelo de gestão que capacita os funcionários, aquele elemento de 20 anos tem um valor especial para a empresa e isso vai pesar na hora de transferir o conhecimento. A dedicação à função exercida será um diferencial para o mercado, sempre, e quem está chegando com a bateria com carga completa, vai ter a necessidade de adaptação ao ambiente que lhe for oferecido. Mais uma vez, deve respeitar a hierarquia do setor e da empresa. Conhecer o organograma e saber quem está acima, geralmente todo mundo, e que está pra baixo, neste caso só o estagiário.
Resumo da ópera, cada um tem que achar o seu espaço na empresa sem incomodar ninguém, sem querer o que ainda não pode ter. A cultura das organizações tem por premissa o respeito aos colaboradores, o respeito à pessoa e ao ambiente, por isso caro amigo recém formado, não tente reinventar a roda, utilize seu conhecimento para agregar valores técnicos e pessoais para a sua nova casa, seu primeiro emprego.

