Hoje gostaria de abordar exatamente sobre o que leva as pessoas a abrirem mão das coisas que gostam de fazer para, simplesmente, ficar à deriva na vida. Muitos profissionais passam por momentos difíceis na carreira e isso geralmente leva a um desligamento do mundo social, das rodas de amigos, do trabalho, de tudo que a pessoa julga interferir no seu estado momentâneo. O risco está na direção que se escolhe e na forma de tratar o problema. Muitos simplesmente buscam o isolamento outros buscam agitação e por fim até ajuda médica. O resultado desse trauma pode seguir o profissional pelo resto da vida dependendo da direção tomada.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O retorno
Hoje gostaria de abordar exatamente sobre o que leva as pessoas a abrirem mão das coisas que gostam de fazer para, simplesmente, ficar à deriva na vida. Muitos profissionais passam por momentos difíceis na carreira e isso geralmente leva a um desligamento do mundo social, das rodas de amigos, do trabalho, de tudo que a pessoa julga interferir no seu estado momentâneo. O risco está na direção que se escolhe e na forma de tratar o problema. Muitos simplesmente buscam o isolamento outros buscam agitação e por fim até ajuda médica. O resultado desse trauma pode seguir o profissional pelo resto da vida dependendo da direção tomada.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Ser cordial garante boa posição na empresa
Pensando e debatendo sobre esse assunto, resolvi escrever alguma coisa a respeito. O clima fica mais agradável e mais propicio a se desenvolver as atividades quando há interação. Ninguém vai viver no mundo sozinho e resolver os problemas sem ajuda. Cada vez mais se destaca a importância da colaboração, cooperação, camaradagem, amizade, use o termo que achar mais adequado. Existem, na Administração, alguns conceitos que zelam por esta integração nas empresas, o 360°. Ele trata exatamente sobre esta integração, sobre como as células (setores) devem ser interligados e colaborarem com o objetivo macro da empresa, seja ela de qualquer ramo de atuação.
Não posso esquecer de ressaltar a importância de, no caso de ter havido a necessidade de mudança de município, estado, cidade e etc, conheça e se habitue ao seu novo lar. Ainda mais se o seu projeto profissional for de médio para longo prazo, você vai precisar conhecer profundamente a cultura e os hábitos das pessoas que farão parte do seu dia-a-dia. Bom, não tenho mais muita coisa pra falar, acho que já deixei bem claro que viver em harmonia também no trabalho, vai dar resultados para toda a vida profissional. Só depende de você mesmo, lute por seus projetos de vida e encare como um investimento onde o resultado será conhecido na satisfação como pessoa que cumpriu bem o papel de cidadão de bem.
terça-feira, 26 de abril de 2011
A difícil arte de trabalhar com Pessoas
O problema começa exatamente nessa hora de silencio. Não ter respostas para os problemas que não são os técnicos, coloca em xeque as habilidades esperadas de um profissional. Volto a reforçar a necessidade de haver mais foco no assunto “Gerencias Pessoas” nos cursos que não são diretamente ligados, se é que posso dizer isso, ao convívio do profissional e seus colegas de trabalho. Não bastas ser “o profissional” se as habilidades estão pela metade. Profissional é profissional quando se é completo nada mais.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
PALESTRAS MOTIVACIONAIS E REAIS SUAS FINALIDADES
terça-feira, 12 de abril de 2011
O MUNDO DE GENTE GRANDE
terça-feira, 5 de abril de 2011
O “insubstituível” marca território
Recentemente conversando com um grupo de amigos, chegamos a conclusão que, na falta de programa de substituição dos antigos funcionários que sairão por aposentadoria, os que ficarão vão pagar o ‘pato’. E vão pagar caro, pois sempre que algo não der certo, os “insubstituíveis” serão lembrados como os eternos heróis. Eterno erro dos gestores que estão atualmente no cargo de chefia. Treinamento e preparação não custam caro, o custo será revertido em investimento de longo prazo com pessoas preparadas para o atendimento no lugar do eterno insubstituível. Não gosto desse termo “insubstituível” parece coisa de novela das 19hs, a coisa na empresa não funciona assim. A empresa não vai parar quando o funcionário de 30, 40 anos de empresa for embora, a produção ou prestação de serviço vai ser mantida.
A falha está no processo de substituição. Isso mesmo SUBSTITUIÇÃO, este é o termo que define o que vai acontecer. E isso a empresa sabe, mas para alguns gestores que “estão” na função, isso parece ser um bicho feio. Todo o grupo deve ser envolvido no processo, todos devem saber quando e como vai acontecer a substituição sem traumas e nem crise. O processo tende a ser um sucesso quando o grupo interage e trabalha para o objetivo ser alcançado, bem simples. Quem complica é quem vive em processos antigos e acha que o funcionário é eterno.
É chato falar de um assunto assim. Parece que o ponto de vista está atacando pessoas, mas não é isso. Este texto é simplesmente para alertar os gestores sobre a necessidade de encarar a realidade e não deixar a coisa fugir do controle e tomar medidas enérgicas para mostrar quem manda, isso acontece com muita freqüência e não agrega em nada para os setores que passam por processos assim. Vale a pena pensar no assunto e tomar medidas que agradem a todos e não interfiram no bom desenvolvimento da empresa.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Manda quem sabe, obedece quem ta acostumado
Durante a execução da minha obra tenho observado o comportamento das pessoas que estão trabalhando sob a coordenação do meu pai, acostumado com gerenciamento de pessoas e projetos. Ele já tem longa vivência com este tipo de trabalho, sendo responsável por diversas obras de médio e grande porte, então a reforma da minha humilde casa, é “fichinha”.
Mas atento aos seus comandados, algumas coisas me chamam a atenção. Realmente tem gente que nasceu pra ser comandado. Não falo isso por arrogância ou prepotência, mas é uma ordem natural do ser humano, receber, processar e executar. Se mudar a ordem ela simplesmente para. Fica estagnada e o serviço não rende. Para desespero do meu pai, que tem todo o planejamento e cronograma da obra, isso não é muito bom, para ele o ideal é que todas as frentes de trabalhos fossem longas, pois isso evita várias ordens em curto espaço de tempo.
Mas nem sempre a atividade é longa, algumas demoram alguns minutos, e, ao final dela, lá vem o “encarregado” da obra com uma nova atividade para os comandados. Tudo é feito com muita cordialidade, afinal estamos falando de pessoas. Tratar com pessoas é uma dificuldade no mundo corporativo, os cursos não têm muita preocupação com essa formação. Por isso muita gente acaba aprendendo no dia-a-dia, o problema é que demora e não garante resultados positivos. Hoje as empresas têm uma preocupação particular com os profissionais que cuidam dessa área. Dão sempre preferência por pessoas experientes e com atuação ativa no que diz respeito ao trato com gente.
De volta a obra, o cronograma está planejado então na hora da execução, o problema é sempre o mesmo, direcionar as atividades para a obra não atrasar e nem parar. Imagino como não fica a cabeça do meu pai tendo que coordenar e também cuidar da execução de atividades mais complexas, as quais ele não repassa, pois sabe que não dará o mesmo resultado. Determinar o que é mais importante e o que vem primeiro, é tarefa complicada e só mesmo a pratica vai produzir pontos positivos.
As pessoas têm por natureza capacidade de desenvolver aptidões que trarão crescente crescimento à carreira, mas não se forma lideres, líder é nato isso é fato. Existem cursos que vão direcionar os conhecimento e habilidade, mas garantir e afirmar que ao final desses cursos teremos excepcionais líderes, não é verdade.
O importante para os gestores é identificar o potencial de cada colaborador e encaixa-lo na atividade que mais agrege valor à empresa.

